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    Clarafy.ai

    A sua empresa cresceu.
    O processo não cresceu com ela.

    Encontramos o gargalo que lhe está a comer a margem e construímos a ferramenta que o resolve.

    Painel de gestão construído pela Clarafy, com capital colocado e estado dos projetos
    Backoffice de estúdio criativo construído pela Clarafy, com projetos e biblioteca de media
    Até hoje, em
    Pedra e funerárioArquiteturaRemodelaçõesProdução de vídeoEventos náuticosTêxtilAgências

    Não é caos. É um teto.
    E chegou porque correu bem.

    A operação até funciona, e é por isso que o custo não aparece em lado nenhum. Aparece no limite: quantos clientes consegue ter ao mesmo tempo sem que a qualidade dependa de quem está a olhar.

    1. A empresa cresceu.

      Mais clientes, mais pessoas, mais trabalho a andar ao mesmo tempo. Isso é a parte boa.

    2. O processo não cresceu com ela.

      O que servia para cinco pessoas continua igual com vinte. Ninguém parou para o mudar, porque nunca há altura.

    3. Tudo passou a passar por si.

      O que a empresa sabe fazer está na sua cabeça e na de mais uma ou duas pessoas. Nunca saiu de lá.

    4. Ninguém decide sem lhe perguntar.

      O telemóvel toca o dia inteiro com perguntas que outra pessoa devia conseguir responder sozinha.

    5. A operação come a margem.

      Fatura mais do que no ano passado e não sobra mais. O dinheiro fica preso no trabalho que se repete.

    Faturação não é dinheiro. O que fica consigo no fim do ano é o que a operação não comeu pelo caminho.

    Como trabalhamos

    Primeiro percebemos a empresa. Só depois se decide o que construir.

    Sem reuniões intermináveis e sem propostas de quarenta páginas. Quatro fases, cada uma com uma saída concreta.

    01

    DiagnósticoGratuito

    Percorremos a operação fase a fase e procuramos onde o trabalho pára. Não é uma conversa sobre software, é sobre como a empresa funciona.

    Sai daqui com o gargalo principal identificado.

    02

    Proposta

    Qual a ferramenta certa, o que entra em cada fase, quanto custa e quando está no ar. Sem itens por orçamentar.

    Preço fechado por fase, com plano de pagamento.

    03

    Implementação

    Construímos e pomos a funcionar com a sua equipa a usar. A primeira fase é sempre algo que já dá para trabalhar, não uma maqueta.

    Sistema no ar e equipa a usá-lo.

    04

    Acompanhamento

    O negócio muda e a ferramenta muda com ele. Avença mensal, opcional, sem prender ninguém.

    Ajustes à medida que a empresa cresce.

    João Maia e Moura, fundador da Clarafy

    Quem faz o diagnóstico é quem depois o implementa.

    Não há equipa comercial a prometer uma coisa e equipa técnica a entregar outra. A mesma pessoa que percorre a sua operação é quem desenha a solução e acompanha a implementação. É por isso que a primeira reunião é útil mesmo que não avancemos.

    João Maia e Moura, fundador da Clarafy

    A Clarafy em resumo

    Uma consultoria operacional, não uma software house.

    A Clarafy é uma consultoria operacional portuguesa para micro e pequenas empresas, fundada em 2026 por João Maia e Moura. Encontra o gargalo que trava a operação e implementa a ferramenta de gestão que o resolve: CRM, gestão de projetos ou gestão de stocks e operações, desenhada à medida e com inteligência artificial onde faz diferença. Trabalha com empresas onde a gestão ainda vive em Excel, email e WhatsApp, de setores tão diferentes como pedra e funerário, arquitetura, remodelações, produção de vídeo, eventos náuticos, têxtil e agências. Não vende licenças nem software de prateleira.

    Sede
    Portugal
    Para quem
    PME de 5 a 50 pessoas
    Diagnóstico
    Gratuito, 30 a 45 min
    Preço
    Fechado por fase
    Desde
    2026

    Não servimos toda a gente, e isso poupa tempo aos dois.

    Faz sentido falarmos se

    • Tem entre 5 e 50 pessoas e sente que a empresa depende demasiado de si
    • A gestão vive em Excel, em papel, no email e no WhatsApp
    • Cresceu e o processo ficou para trás
    • Quer alguém que questione o problema antes de vender a solução

    Não faz sentido se

    • Já tem processos formalizados e equipa técnica interna
    • Quer só quem execute o que já decidiu, sem questionar
    • Procura software de prateleira ao preço mais baixo

    Perguntas que nos fazem sempre

    Respostas diretas, com números quando os há. O que faltar responde-se na reunião de diagnóstico.

    Vocês são uma software house?

    Não. Não vendemos licenças nem desenvolvemos produto próprio. O que fazemos é diagnóstico de gestão e de processo. A ferramenta é a consequência do diagnóstico, nunca o ponto de partida. Se o seu problema se resolver sem software, dizemos isso.

    O que acontece na reunião de diagnóstico?

    Entre 30 e 45 minutos a percorrer a operação da sua empresa, fase a fase, para perceber onde o trabalho pára e porquê. Sai de lá com o gargalo principal identificado e com uma direção concreta, mesmo que decida não avançar connosco.

    Como se paga e quanto tempo demora?

    O diagnóstico inicial é gratuito. O valor depende do que o diagnóstico encontrar e é apresentado na proposta, com preço fechado por fase e plano de pagamento definido à partida. A primeira fase costuma estar no ar em poucas semanas.

    Em que são diferentes de uma agência ou de um freelancer?

    Uma agência constrói o que lhe pedem. Nós começamos por questionar se o que está a pedir resolve mesmo o problema. A diferença não está no código, está no diagnóstico que vem antes dele.

    Já comprei software antes e não resultou. Porque é que isto é diferente?

    Porque quase sempre a falha não foi do software. Foi ter-se comprado uma ferramenta antes de existir processo para ela servir. Começamos pelo processo. A ferramenta vem depois, desenhada para o processo que a sua empresa tem mesmo, não para o que o software assume.

    Não tenho tempo para um projeto destes agora.

    É a razão mais comum e é também o sintoma. Quem está demasiado dentro do dia a dia não consegue parar para olhar para ele. O diagnóstico ocupa-lhe menos de uma hora, e a primeira fase é desenhada para lhe libertar tempo, não para lhe consumir mais.

    Que tipo de ferramentas implementam?

    Sobretudo três: CRM, para gerir clientes e o pipeline comercial; gestão de projetos, para dar visibilidade à execução; e gestão de stocks e operações, para controlar inventário e fluxos físicos. Qual delas, e com que forma, decide-se no diagnóstico, a partir do processo que a empresa já tem.

    Usam inteligência artificial?

    Sim, de duas formas. No diagnóstico, para o tornar mais rápido e baseado em dados. Na ferramenta, com automações escolhidas a partir do que a equipa faz à mão todas as semanas, como relatórios ou a preparação de reuniões. A IA acelera o trabalho; o valor continua no diagnóstico.

    A ferramenta fica minha?

    Fica. Sem licenças por utilizador e sem subscrição obrigatória para a usar. Só o acompanhamento mensal é opcional e cobrado à parte.

    Trabalham com que setores?

    Com qualquer setor onde o processo comercial ou operacional viva em telefone, email, Excel e WhatsApp. Até hoje isso incluiu pedra e funerário, arquitetura, remodelações, produção de vídeo, eventos náuticos, têxtil e agências. O que estes clientes têm em comum não é o setor, é o estado da operação.

    Uma hora para saber onde está o gargalo.

    Entre 30 e 45 minutos com quem depois faz o trabalho. Sai da conversa com o problema nomeado e com uma direção, decida o que decidir a seguir.

    Clarafy.ai

    Consultoria operacional para PME. Portugal. Atualizado a .

    [email protected]