
A sua empresa cresceu.
O processo não cresceu com ela.
Encontramos o gargalo que lhe está a comer a margem e construímos a ferramenta que o resolve.


Não é caos. É um teto.
E chegou porque correu bem.
A operação até funciona, e é por isso que o custo não aparece em lado nenhum. Aparece no limite: quantos clientes consegue ter ao mesmo tempo sem que a qualidade dependa de quem está a olhar.
A empresa cresceu.
Mais clientes, mais pessoas, mais trabalho a andar ao mesmo tempo. Isso é a parte boa.
O processo não cresceu com ela.
O que servia para cinco pessoas continua igual com vinte. Ninguém parou para o mudar, porque nunca há altura.
Tudo passou a passar por si.
O que a empresa sabe fazer está na sua cabeça e na de mais uma ou duas pessoas. Nunca saiu de lá.
Ninguém decide sem lhe perguntar.
O telemóvel toca o dia inteiro com perguntas que outra pessoa devia conseguir responder sozinha.
A operação come a margem.
Fatura mais do que no ano passado e não sobra mais. O dinheiro fica preso no trabalho que se repete.
Faturação não é dinheiro. O que fica consigo no fim do ano é o que a operação não comeu pelo caminho.
Como trabalhamos
Primeiro percebemos a empresa. Só depois se decide o que construir.
Sem reuniões intermináveis e sem propostas de quarenta páginas. Quatro fases, cada uma com uma saída concreta.
DiagnósticoGratuito
Percorremos a operação fase a fase e procuramos onde o trabalho pára. Não é uma conversa sobre software, é sobre como a empresa funciona.
Sai daqui com o gargalo principal identificado.
Proposta
Qual a ferramenta certa, o que entra em cada fase, quanto custa e quando está no ar. Sem itens por orçamentar.
Preço fechado por fase, com plano de pagamento.
Implementação
Construímos e pomos a funcionar com a sua equipa a usar. A primeira fase é sempre algo que já dá para trabalhar, não uma maqueta.
Sistema no ar e equipa a usá-lo.
Acompanhamento
O negócio muda e a ferramenta muda com ele. Avença mensal, opcional, sem prender ninguém.
Ajustes à medida que a empresa cresce.
Trabalho
Nenhum destes sistemas foi pedido assim.
Todos começaram numa conversa sobre o negócio e só depois ganharam forma de software. As demonstrações estão abertas, com marcas e dados fictícios para proteger quem nos contratou.

Norvest
O capital dos investidores e o estado das obras viviam em folhas separadas, e ninguém via os dois ao mesmo tempo.
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Vértice
Portfólio disperso, sem forma de mostrar o percurso do projeto.
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Alvenor
Cada encomenda levava várias idas e vindas até a gravação ficar certa.
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Corvo Studio
Briefs, ficheiros e aprovações espalhados por email e drives.
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Aurora Social
O plano de conteúdos e a aprovação do cliente não estavam no mesmo sítio.
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Lanora
Pedidos a entrar por telefone e email, sem registo que ficasse.
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Quem faz o diagnóstico é quem depois o implementa.
Não há equipa comercial a prometer uma coisa e equipa técnica a entregar outra. A mesma pessoa que percorre a sua operação é quem desenha a solução e acompanha a implementação. É por isso que a primeira reunião é útil mesmo que não avancemos.
João Maia e Moura, fundador da Clarafy
A Clarafy em resumo
Uma consultoria operacional, não uma software house.
A Clarafy é uma consultoria operacional portuguesa para micro e pequenas empresas, fundada em 2026 por João Maia e Moura. Encontra o gargalo que trava a operação e implementa a ferramenta de gestão que o resolve: CRM, gestão de projetos ou gestão de stocks e operações, desenhada à medida e com inteligência artificial onde faz diferença. Trabalha com empresas onde a gestão ainda vive em Excel, email e WhatsApp, de setores tão diferentes como pedra e funerário, arquitetura, remodelações, produção de vídeo, eventos náuticos, têxtil e agências. Não vende licenças nem software de prateleira.
- Sede
- Portugal
- Para quem
- PME de 5 a 50 pessoas
- Diagnóstico
- Gratuito, 30 a 45 min
- Preço
- Fechado por fase
- Desde
- 2026
Não servimos toda a gente, e isso poupa tempo aos dois.
Faz sentido falarmos se
- Tem entre 5 e 50 pessoas e sente que a empresa depende demasiado de si
- A gestão vive em Excel, em papel, no email e no WhatsApp
- Cresceu e o processo ficou para trás
- Quer alguém que questione o problema antes de vender a solução
Não faz sentido se
- Já tem processos formalizados e equipa técnica interna
- Quer só quem execute o que já decidiu, sem questionar
- Procura software de prateleira ao preço mais baixo
Perguntas que nos fazem sempre
Respostas diretas, com números quando os há. O que faltar responde-se na reunião de diagnóstico.
Vocês são uma software house?
Não. Não vendemos licenças nem desenvolvemos produto próprio. O que fazemos é diagnóstico de gestão e de processo. A ferramenta é a consequência do diagnóstico, nunca o ponto de partida. Se o seu problema se resolver sem software, dizemos isso.
O que acontece na reunião de diagnóstico?
Entre 30 e 45 minutos a percorrer a operação da sua empresa, fase a fase, para perceber onde o trabalho pára e porquê. Sai de lá com o gargalo principal identificado e com uma direção concreta, mesmo que decida não avançar connosco.
Como se paga e quanto tempo demora?
O diagnóstico inicial é gratuito. O valor depende do que o diagnóstico encontrar e é apresentado na proposta, com preço fechado por fase e plano de pagamento definido à partida. A primeira fase costuma estar no ar em poucas semanas.
Em que são diferentes de uma agência ou de um freelancer?
Uma agência constrói o que lhe pedem. Nós começamos por questionar se o que está a pedir resolve mesmo o problema. A diferença não está no código, está no diagnóstico que vem antes dele.
Já comprei software antes e não resultou. Porque é que isto é diferente?
Porque quase sempre a falha não foi do software. Foi ter-se comprado uma ferramenta antes de existir processo para ela servir. Começamos pelo processo. A ferramenta vem depois, desenhada para o processo que a sua empresa tem mesmo, não para o que o software assume.
Não tenho tempo para um projeto destes agora.
É a razão mais comum e é também o sintoma. Quem está demasiado dentro do dia a dia não consegue parar para olhar para ele. O diagnóstico ocupa-lhe menos de uma hora, e a primeira fase é desenhada para lhe libertar tempo, não para lhe consumir mais.
Que tipo de ferramentas implementam?
Sobretudo três: CRM, para gerir clientes e o pipeline comercial; gestão de projetos, para dar visibilidade à execução; e gestão de stocks e operações, para controlar inventário e fluxos físicos. Qual delas, e com que forma, decide-se no diagnóstico, a partir do processo que a empresa já tem.
Usam inteligência artificial?
Sim, de duas formas. No diagnóstico, para o tornar mais rápido e baseado em dados. Na ferramenta, com automações escolhidas a partir do que a equipa faz à mão todas as semanas, como relatórios ou a preparação de reuniões. A IA acelera o trabalho; o valor continua no diagnóstico.
A ferramenta fica minha?
Fica. Sem licenças por utilizador e sem subscrição obrigatória para a usar. Só o acompanhamento mensal é opcional e cobrado à parte.
Trabalham com que setores?
Com qualquer setor onde o processo comercial ou operacional viva em telefone, email, Excel e WhatsApp. Até hoje isso incluiu pedra e funerário, arquitetura, remodelações, produção de vídeo, eventos náuticos, têxtil e agências. O que estes clientes têm em comum não é o setor, é o estado da operação.
Guias
Respostas com mais detalhe.
As perguntas que mais nos fazem antes da primeira reunião, cada uma com a resposta logo no início.
- CRMVale a pena um CRM à medida numa pequena empresa?
- ProcessosComo tirar a gestão da empresa do Excel e do WhatsApp?
- DiagnósticoO que é um diagnóstico operacional e como funciona?
- GestãoA empresa depende demasiado de mim. Como mudo isso?
- IAComo pode uma pequena empresa usar inteligência artificial na gestão?
- RemodelaçõesQue sistema de gestão serve uma empresa de remodelações?
- EscolhaSoftware house, agência ou consultoria: quem deve construir o sistema da minha empresa?
- ClarafyO que é a Clarafy e o que faz?
- ConsultoriaO que faz uma consultoria operacional para PME em Portugal?
- GargaloO que é um gargalo operacional e como se encontra?
- ProcessosComo desenhar o fluxograma da minha empresa?
- InvestimentoQuanto custa um sistema de gestão à medida para uma PME?
- ArquiteturaQue sistema de gestão serve um atelier de arquitetura?
- AgênciasQue sistema de gestão serve uma agência de marketing ou de redes sociais?
- Produção de vídeoQue sistema de gestão serve uma produtora de vídeo?
Uma hora para saber onde está o gargalo.
Entre 30 e 45 minutos com quem depois faz o trabalho. Sai da conversa com o problema nomeado e com uma direção, decida o que decidir a seguir.
Gratuito, sem compromisso. Ou faça primeiro o diagnóstico online, em seis perguntas.